E apesar da saudade imensa, solitária e profunda como o mar... Eu insisto em navegar. E desse mar não saio.
- Venham, tempestades! Enfrento todas. Uma de cada vez, ou todas juntas se for necessário.
E não volto mais para águas conhecidas. Agora, preciso descobrir essa imensidão sem fim. Vou navegar por aí, por aqui.
Que não me esperem os portos de lá. Naquele horizonte não cruzo. Não volto mais.